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Perfeitos Julgadores! Sem espelho em casa? « Cris Mazuim

“Não julgueis, para que não sejais julgados. Porque com o juízo com que julgardes sereis julgados, e com a medida que tiverdes medido, hão de vos medir”. Mateus 7.1,2

Segue o link de um post do blog de um amigo e irmão em Cristo. É bênção para todos a leitura desse artigo.

Perfeitos Julgadores! Sem espelho em casa? « Cris Mazuim.

Com os ouvidos eu ouvira falar de ti, mas agora te vêem os meus olhos.” – Jó 42.5

    A história de Jó tem bastante a nos ensinar, principalmente sobre relacionamento com Deus. Jó agia corretamente, era honesto em seus negócios, tinha vários bens, todos adquiridos honestamente, temia a Deus e evitava qualquer coisa errada, enfim, Jó tinha uma reputação notável. Notável ao ponto de até mesmo Deus fazer menção da mesma(Jó 1.8). Depois disso, começam a surgir dificuldades na vida de Jó, permitidas por Deus (Jó 1.6-22; 2.1-13). No início, isso parece ser uma injustiça com Jó, chegando até mesmo, no auge de sua aflição, Jó pensar que Deus agia de forma injusta e até mesmo um tanto desleixada com ele. Mais tarde, Deus fala com Jó e mostra que a visão que Jó tinha a respeito dEle era um tanto limitada demais. Como no versículo em destaque diz, Jó conhecia a Deus de ouvir falar, mas a partir daquele momento ele o conhecera de perto. Ao final da história, vemos que Jó termina seus dias muito mais próspero que antes(Jó 42.10-17), mas agora Jó entendia que Deus é diferente de um “juiz carrancudo” pronto para castigar quem errasse.

    A vida de Jó nos deixa, dentre tantas, 3 lições: a primeira, é que podemos até mesmo aparentemente mudar externamente, mas apenas um relacionamento com o Senhor pode transformar nosso interior; a segunda, esse relacionamento implica em um confronto com nossos defeitos e medos; terceira, é em meio às dificuldades que nos conhecemos melhor e nos aperfeiçoamos, por ser o “ambiente” onde tanta coisa que não sabemos sobre nós mesmos – ou preferimos ignorar – aparecem, tanto as boas quanto as ruins, vale lembrar que para resolver determinado problema, é necessário localizá-lo em primeiro lugar.

Árvores e frutos…

Não há boa árvore que dê mau fruto, nem má árvore que dê fruto bom.” – Lucas 6.43

Geralmente nos lembramos da árvore pelo fruto que ela gera – as frutíferas, claro. Por exemplo, chamamos uma árvore de laranjeira por suas laranjas, de macieira, por suas maçãs, e por aí vai (Lucas 6.44)… Para gerar fruto, há todo um processo envolvendo a árvore e o ambiente onde ela está plantada. Para que a árvore gere frutos sadios, ela deve ser sadia também. E, para que seja sadia, deve estar em um ambiente que favoreça o seu desenvolvimento. Fatos esses semelhantemente ocorrem em nossas vidas. Por exemplo, tem pessoas que você lembra pelo bom humor, outras, por mentirem bastante, e por aí vai. Jesus, neste exemplo, nos deixa claro uma coisa: tudo o que guardarmos em nosso coração, cedo ou tarde gerará fruto. E um dos “galhos” onde esses frutos ficam “pendurados” é a boca (Lucas 6.45). O ser humano, quando longe de Deus, é como a árvore doente ou plantada em solo “ruim”, certamente vai gerar fruto problemático (Gálatas 5.19-21). Portanto, ao nos achegarmos a Deus, estamos no “habitat” certo, no verdadeiro caminho que Ele quer que sigamos, também geraremos fruto, o fruto do Espírito (Gálatas 5.22,23). Uma das características do fruto é a sua utilidade. Um fruto sadio, com certeza vai fazer bem a quem se alimentar dele, portanto, um fruto azedo (não maduro) ou podre, não gera boas consequências ou lembranças. Semelhantemente em nossas vidas, ao gerarmos frutos ruins (brigas, inveja, ciúmes, etc), espalhamos coisas ruins a quem nos rodeia, literalmente sementes de discórdia. Mas, através do fruto do Espírito (amor, paz, domínio próprio, etc), espalhamos a semente do evangelho.

Carga pesada?

“Vinde a mim todos os que estais cansados e sobrecarregados, e eu vos aliviarei” – Mateus 11.28

    Um lema que tem ganhado muita força ultimamente é “cada um ser dono de sua vida”, porém, controlar nossa própria vida parece ser um tanto complexo. Estudos, trabalho, sonhos, imprevistos, problemas… Coisas que muitas vezes podem até mesmo tirar o sono de qualquer um. Deus criou o homem para que vivesse em comunhão com Ele, em um relacionamento semelhante ao de pai para filho, onde o filho depende do pai. E, quando uma criança não cresce sob o amor fraterno, chega à idade adulta com sequelas, em vista de ter vivido sob uma pressão a qual não tinha experiência nem mesmo estrutura – psicológica e/ou física – para suportar. Há muitas coisas que fogem de nosso controle, por exemplo, ninguém pode dizer com 100% de certeza quanto tempo viverá, quão menos o que vai acontecer daqui a dois minutos adiante. Este é apenas um dos tantos limites que temos, os quais compõem uma “carga” que nos é um tanto pesada para carregar. Jesus quer nos dar alívio. Ele nos conhece por inteiro, já sabe de toda a nossa vida, mesmo antes de nascermos(Salmos 139.1-16). O “peso” que Ele dá em troca é muito menor, é segui-lo e guardar Seu exemplo(Mateus 11.29,30). E, com isso, encontraremos a tão buscada “paz de espírito”(Mateus 11.29b). Concordamos que, muitas vezes, para se obter um serviço de qualidade é recomendável procurar por alguém que entenda realmente do assunto. Deus entende de tudo, inclusive do que nós não conseguimos explicar ou entender. Entregar a vida nas mãos do Pai, que nos entende como ninguém, não é deixar de trabalhar, estudar, etc, mas sim é viver em comunhão com Ele e dependência, deixando com Ele todo esse peso que não conseguimos carregar.

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